Manifesto
Chega de Invasão — Manifesto pelo fim da cultura da invasão em São Paulo
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O que defendemos
Romantizar o crime é compactuar com ele.
São Paulo não pode mais conviver com a cultura da invasão.
Só na região central, são cerca de 70 prédios ocupados irregularmente, com aproximadamente 4 mil famílias submetidas a "taxas" mensais cobradas pelos movimentos.
Em 2018, o desabamento do Edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paissandu, escancarou o preço dessa permissividade.
Por quase 20 anos, um prédio na Oscar Freire com a Peixoto Gomide foi tomado, degradado e transformado em foco de insegurança, insalubridade e suspeitas de tráfico e trabalho infantil — em pleno coração dos Jardins. Conseguimos a desocupação, mas as invasões se reproduzem em outros imóveis.
É preciso ser claro: linha dura contra invasores não é radicalismo. É o que garante segurança jurídica, protege quem trabalha, investe e paga seus impostos, e assegura um dos direitos mais básicos previstos na Constituição: o direito à propriedade.
Sem ele, não há cidade segura, não há economia saudável, não há paz social.
Por isso, defendemos
Três medidas inegociáveis.
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01
Invadiu, pagou.
Quem invade responde pelos danos, pela degradação do imóvel e pelos custos da desocupação.
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02
Responsabilização criminal.
Líderes e organizações que incentivam, financiam ou orquestram invasões devem responder na Justiça.
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03
Tolerância zero.
Ação rápida do poder público para que invasões não se arrastem por décadas.
Cidade segura se constrói com lei, ordem e respeito à propriedade. Chega de invasão. Chega de medo.
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